“Manhã - Tejo (Cruz Quebrada)”
Frederico Aires (1887-1963)

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Frederico Aires nasceu em Lisboa, em 1887, e faleceu na mesma cidade em 1963. Foi um pintor português, discípulo de Carlos Reis, que o ajudou a definir a sua integração na produção artística nacional, seguindo a via do tardo-naturalismo. Em 1917 juntou-se ao Grupo Ar-livre, participando ativamente nas suas iniciativas.
As suas paisagens e marinhas manifestam uma sensibilidade às variações cromáticas e ao estado atmosférico de cada local, o que as aproxima dos valores e das técnicas impressionistas, então internacionalmente divulgados e cada vez mais aceites, como critério de modernidade.
Aires foi um artista prolífico, com uma obra que inclui mais de 2.000 pinturas, desenhos e aguarelas. As suas obras estão representadas em importantes coleções públicas e privadas em Portugal e no estrangeiro.
Algumas das suas obras mais conhecidas incluem:
"Vista de Sintra" (1910); "Mar calmo" (1915); "Cais do Sodré" (1920); "Oeiras" (1925); "Serralves" (1930); "Albufeira" (1935); "Cascais" (1940); "Ericeira" (1945); "Lisboa" (1950)
Frederico Aires é considerado um dos mais importantes pintores portugueses do século XX. A sua obra é um testemunho da sua sensibilidade artística e do seu contributo para a renovação da pintura portuguesa.
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